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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

100 coisas que temos que aprender sobre fotografia – parte IV

76. Sempre revalide as suas configurações de ISO.  É terrível descobrir que elas estava errada apenas quando estiver vendo as fotos na tela do seu computador.
77.  Agradeça por todos os comentários e observações feitas as suas fotos.
78. Nunca confie no seu LCD. Normalmente, ele é mais nítido e brilhante que a imagem original.
79. Tenha sempre espaço em disco suficiente, pois é muito barato e você precisará.
80. Aprenda a aproveitar momentos bonitos quando você não tem uma câmera.
81. Sempre chegue pelo menos meia hora antes do nascer ou do por do sol,  compor com pressa é uma má escolha.
82. Tente ampliar os seu limites mentais e físicos.  Tire algumas fotos extras quando você pensar “isso já é suficiente”.
83. Preste atenção às estruturas no céu e espere até que eles se encaixem nas estruturas em primeiro plano
84. Visite o mesmo lugar com a maior freqüência possível. A luz nunca mostra a mesma montanha.
85. Imprima as suas imagens em tamanho grande. Você vai amar isso!
86. Calibre seu monitor. Trabalhar com um monitor que não é exato é como estar com alguém que você não pode confiar. Isso sempre termina mal.
87. Não se pense sobre o que os outros possam dizer sobre suas imagens. Se você gosta delas, isso é o que vale.
88. Nunca censure você mesmo.  Aprenda com seus erros e olhe para a frente e não para trás.
89. Lute contra a sua preguiça! Criatividade vem após a disciplina.
90. Pergunte a você mesmo: O que quer  expressar em suas imagens?
91. Sempre pense fora da caixa, colete idéias de fotografias que você pode fazer e pergunte-se: porque não?
92. Procure por um mentor.
93. Fotografia nunca é perda de tempo
94.  Cada comunidade tem as suas desvantagens.  Não transpareça isso com uma resposta emocional
95. Sempre haverá pessoas que não estarão satisfeitas com o que você está fazendo.
96.  Henri Cartier-Bresson tinha razão quando disse que “Suas primeiras 10000 fotografias são suas piores”.
97. Uma câmera melhor não garante imagens melhores.
98. Tenha sempre em mente imprimir as suas imagens quando você estiver no pro-processamento.
99. Fotografia é justa: você ganha publicidade com a qualidade das suas imagens. Ao menos que suas imagens sejam roubadas, não há uma forma de se enganar por muito tempo.
100. Escreva uma lista 100 coisas

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Tradicionais X Digitais












Para qualquer pessoa acostumada a fotografar com máquinas fotográficas tradicionais, o uso da câmera
digital, apesar de incorporar novidades, não exige muito esforço para adaptação. Vamos relacionar as principais semelhanças e diferenças:
• Nas câmeras digitais não se utilizam filmes, e sim um cartão de memória para armazenamento das imagens. Esse cartão permite que se grave, copie e apague (delete) arquivos de imagens (inclusive vídeo).
• A luz do flash funciona quase como numa câmera comum, e dependendo do modelo da câmera digital, pode vir embutido no corpo e/ou utilizando um flash externo através de conexão por sapata ou pino (a diferença,tecnicamente, é que na fotografia digital existe um pré-disparo para avaliar a
luz branca, ou whitepoint, o que obriga ao uso de flashes especiais)
• As câmeras digitais, além de um visor idêntico às das máquinas fotográficas tradicionais (não SLR), incorporam talvez a maior novidade que é um visoratravés de tela de cristal líquido (LCD) localizado na parte posterior do corpo da câmera. A principal vantagem é que o fotógrafo vê a imagemexatamente como será fotografada. A maior desvantagem é que em ambientes de muita luz (sob o sol, por exemplo), é praticamente impossível usar o visor LCD e, além disso, o uso contínuo do visor acaba rapidamente com a bateria.
• As objetivas são muito semelhantes, mas na fotografia digital muitas câmeras incorporam o recurso de zoom digital, além do zoom ótico. Acontece que o zoom digital é irreal, uma “aproximação”, ou, melhor ainda,  uma “ampliação” gerada por software. Isso resulta numa imagem imprecisa e de cores inconsistentes. De qualquer modo, mais tarde, através de qualquer software editor de imagens pode-se ampliar qualquer parte da imagem.
• Os ajustes de foco, velocidade de obturador e abertura de diafragma, nos modelos mais simples de câmeras digitais, são totalmente automáticos. Contudo, nas câmeras digitais mais modernas, pode-se regular não apenas cada um desses itens individualmente, mas também estabelecer “sensibilidade do filme”, ou seja, definir se a captura da imagem se dará numa sensibilidade correspondente a 100, 200, 400 ASA ou até mais, dependendo da sofisticação do modelo.
• Muitos dos mais modernos modelos de câmeras digitais também incorporam o recurso de áudio e vídeo, ou seja, é possível filmar alguns segundos ou minutos (depende da capacidade de armazenamento em cartão de memória do equipamento). Também é possível anexar “anotações” de
voz numa imagem. As câmeras digitais, diferenciando ainda das tradicionais, vem equipadas
com um cabo (geralmente USB) para conexão da câmera à um computador, para transferência das imagens, mais uma ou mais baterias recarregáveis de longa duração, um cabo de áudio e vídeo que pode inclusive ser conectado a uma aparelho de TV ou videocassete, e o cartão de memória (existem vários tipos que estudaremos adiante) onde as imagens são armazenadas.